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Adoramos abóbora de todas as maneiras e feitios, seja para doces, seja para salgados, seja para estufados!

A abóbora menina que temos disponível para preparação desta receita é a menina (variedade) e foi o produto da semana, no decorrer da segunda (semana) de 2019. 

 

Como vos falámos antes, na nossa newsletter e também na nossa publicação via Facebook, a nossa plantação de abóboras de 2018 (sim, e a colheita também é desse ano, que carinhosamente armazenamos para dar para largos meses) sofreu logo ao início, uma praga de míldio antecedida de uma adaptação muito complicada das mudas das plantas ao solo. Não tivémos a produção esperada mas tivemos alguma e tem dado para o gasto. Ainda assim, conseguimos ter abóboras de polpa bastante laranjinha, com muito sabor, muito boas quer para compota quer para sopa. E é sopa que vos vamos dar esta semana :)

 

Ingredientes:

400 gramas de abóbora, sem casca, já cortada aos cubos

1 cebola grande, descascada, lavada e escorrida, cortada em gomos

2 dentes de alho, descascados, lavados e escorridos, cortados ao meio

1 folha de louro, lavada

1 lata, das de 400 ml, de leite de côco

1 colher, das de café, bem cheia de caril em pó

4 pés de coentros lavados, bem escorridos e picados

1 colher, das de sopa, muito generosa de manteiga

1 mão cheia de croutons ou pão torradadinho cortado em cubos (preferimos esta última opção e é a que usamos em nossas casas, para aproveitarmos pão que nos sobra)

sal grosso a gosto

pimenta preta moída grosseiramente

 

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Começamos por colocar a manteiga, sem medos, na panela da sopa. Seguimos com a panela para o lume (médio alto) e, quando a manteiga derreter, juntar a folha de louro, a cebola, o alho e a abóbora. Deixa-se refogar até que a cebola e a abóbora mudem de cor. Junte-se então o caril e sal grosso, perfume-se a cozinha e junte-se água quente de forma a que cubra a abóbora e não mais. Baixa-se o lume para médio e deixa-se que coza por 10 ou 12 minutos. Passado esse tempo, utilize-se a técnica infalível do garfo para se certificar que a abóbora está cozida. 

 

Quando a abóbora estiver como se quer - cozida, portanto - retira-se a folha de louro e tritura-se até fazer um puré, sem quaisquer grumos. Junta-se então o leite de côco e pimenta a gosto e, quando a sopa levantar fervura, está praticamente pronta, restando-nos agora completar a restante guarnição e saboreá-la bem quentinha.

 

Distibui-se a sopa pelos pratos fundos de cada um, perfuma-se com os coentros e reforça-se com o pão torrado. Um mimo!

 

 

 

 

 

 

 

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Têm-nos acompanhado nas redes sociais? Não? Mas deviam :)


E porquê, perguntam vocês? Porque - respondemos nós - tem sido nas redes sociais que temos publicado as receitas da semana, as novidades, o que andamos a fazer (e como), e alguns artigos pertinentes sobre agricultura e alimentação saudável.


Dá-nos muita alegria a partilha de todas estas coisas e não é pelos gostos, nem pelas partilhas. É porque achamos (cada vez mais) importante a disponibilização de conteúdos que tornem todas as pessoas mais informadas, alerta e conscientes. Por isso, esta semana lançamos-vos um repto: gostávamos de ouvir da vossa parte o que nos está lá a faltar, o que podemos melhorar, aliás, não só lá, mas no site, na preparação das encomendas, na recolha das mesmas. Porque isto, em boa verdade, só faz sentido com a participação e o contributo de todos. Termos noção das nossas limitações e querer transformá-las em aspectos positivos é meio caminho andado para ampliarmos o serviço que prestamos e fazer chegar este nosso projecto à excelência. E, sem vocês, não faz sentido. E nós queremos que faça :)

 

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Dá-nos igual alegria, continuar com as nossas parcerias e também nelas temos trabalhado, tanto nas que já vêm de anos interiores, como nas que hão-de vir. Quanto a estas últimas não podemos dizer mais nada. Quanto às anteriores, podemos dizer que o rei e senhor dos cabazes desta semana é o cogumelo branco, que não é de Paris, é da Ataíja. O Nelson - produtor - tem sido incansável (não nos cansamos de dizer isto) e estamos muito contentes com o seu contributo para que o leque de oferta de produtos disponíveis continue a crescer. É que, apesar de no cabaz preferirmos enviar os branquinhos clássicos, temos também disponíveis, para encomenda extra-cabaz, cogumelos portobello e pleurotos. 

 

Cabaz Grande - batata vermelha, cenoura, cebola roxa, cogumelos brancos, alface ( un), pimento vermelho, agrião, maçã royal gala, kiwi e limão.

 

 

O médio não leva alface, nem pimento vermelho nem tângera.

 

 

O link para encomendas é este aqui!

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Poizé! Retomamos a rubrica das receitas que tem andado meio apagada. De Inverno é-nos mais fácil fazer estas coisas porque o dia vai-se mais cedo e somos obrigados a recolher à medida que o sol se vai... 

Assim, trabalhamos mais no sofá - que também temos um, ora essa :) - e pomos em dia as tarefas que, ainda que por vezes fiquem para trás, são igualmente importantes.

Esta receita de sopa de feijão dá um bocadinho trabalho, quanto mais não seja porque o feijão exige preparo. E é aqui que vamos ser muito chatos!

 

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O feijão que costuma ir nos cabazes é, por nós, carinhosamente chamado de feijão seco. Este feijão deve ficar de molho em água fria de um dia para o outro. E é logo todo, não caiam no erro de conservar metade para uma próxima cozedura porque só vão sujar mais uma panela e gastar mais água e energia.

No outro dia (ou seja, no dia seguinte ao feijão ter ficado de molho), escorre-se o feijão da água e não se aproveita essa água, sim? Coloca-se o feijão numa panela (se for de pressão, melhor!) coberto com água, uma cebola (descascada, sim?, mas pode ser inteira), uma folha de louro e sal. E deixa-se cozer. Quando estiver cozidinho, retira-se do lume e deixa-se arrefecer. E, para acondicionar (só quando já estiver frio), sugerimos que faça assim: escolha quatro recipientes, dois maiores e dois mais pequenos. Já vai perceber porquê!

Divida o feijão já cozido pelos quatro recipientes (o recipiente pequeno leva menos do que o grande, ok?). Reserve um grande e um pequeno para fazer esta sopinha hoje e congele os outros dois (que serão um grande e um pequeno) para fazer a mesma sopinha noutro dia que lhe apeteça.

Pronto, a parte chata já está!

 

Ingredientes:

1 cebola média, descascada e cortada em cubos

1 batata média, descascada e cortada em cubos

1 dose + 1/2 dose de feijão seco já cozido

1 cenoura grande, com casca (sim!) e cortada às rodelas

2 tomates com rama grandes, daqueles bem vermelhos e carnudos, como costumamos ter sempre (não se aproveita a rama, os tomates cortam-se em quatro ou em oito, como preferirem

2 dentes de alho, descascados

3 pés de coentros, lavadinhos e picados

1 mão cheia de cotovelinhos (massa)

azeite e sal a gosto 

 

Numa panela alta, colocar azeite (não tape só o fundo finamente, ponha mais um bocadinho). Quando este aquecer juntar a cebola, o alho, a cenoura, o tomate e a batata, para que refoguem no azeite. É nesta parte que começa a vir aquele cheirinho da cozinha da avó, asseguramos. Vá mexendo para não pegar e quando a misturada começar a mudar de cor verta para junto dela água quente (sim, quentinha, a mais quentinha que conseguir), até que todos os ingredientes fiquem cobertos de água. Junte sal, tape a panela e deixe cozer dez minutos em lume médio. Passado este tempo junte o recipiente maior de feijões! Deixe cozer mais cinco minutinhos ou até a batata e a cenoura começarem a ficar tenrinhas. Logo que isto aconteça, tire a panela do lume e triture. Rectifique de sal e volte a colocá-la ao lume (médio). Quando começar a ferver junte-lhe os cotovelinhos e os feijões do recipiente mais pequeno, coloque o lume no mínimo (para os cotovelinhos não se pegarem ao fundo da panela, pois!) e espere mais um bocadinho, só até que os cotovelinhos cozam (normalmente dez minutos chegam). 

Antes de servir esta sopinha a fumegar junte-lhe os coentros picados. Adoramos uma boa pratada desta sopa supimpa acompanhada com fatias de broa de milho, aquela que a Cristina amassa como ninguém. Experimentem. Vale mesmo a pena.

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Nem sempre conseguimos ter ervas aromáticas no cabaz da semana mas conseguimos sempre ter um variado leque delas para encomenda extra!

 

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Estas são as sete magníficas sempre disponíveis (salvo intempérie, pois claro, não vá vir uma rabanada de vento ou uma enchurrada de lama pelo cabeço abaixo que as soterre), que para além de terem cada uma delas um cheirinho particular (e óptimo, diga-se), conseguem dar a qualquer cozinhado um sabor ainda mais especial:

 

- Salsa - coitada, ninguém dá nada por ela. Mas fiquem a saber que esta menina no arroz de cenoura fica divina! E nas omoletes? Ai! Nem pensar em falhar! Semeamos todos os meses e os nossos solos são perfeitos para que ele se crie linda, viçosa e cheia de graça.

 

- Coentros - amados por uns, odiados por outros, em casa da Joaninha nunca faltam (faltam outras coisas porque em casa de ferreiro o espeto, às vezes, é de pau). Seja para o guacamole com abacates do Algarve (é!) ou para o arroz de peixe (que a magana não é muito dada à carne),  fazem toda a diferença. São, no entanto, os que temos mais dificuldade em cultivar, porque espigam (ficam com umas folhinhas remelosas e raquíticas na base do tronco). Quando estão muito bonitos, lá nos campinhos, às vezes ganham pernas. Ainda assim, são difíceis de apanhar, principalmente se a terra estiver muito húmida (leia-se lama). 

 

- Hortelã - já ouvimos para aí umas pessoas dizer que na canja metem salsa. Podem meter à vontade. Nós metemos hortelã e metemos muita. No arroz de tamboril (quando lhe podemos chegar), com coentros, também lhe juntamos umas folhas picadas e o mesmo fazemos à pasta de requeijão e limão. Fica ainda mais fresca e os miúdos a-do-ram.

 

- Erva Príncipe - ou erva dos gatos, vendemos para os dois propósitos, pois não queremos os vossos bichanos a passar mal com saudades de mascar esta linda plantinha. Adoramos ir à noite apanhá-la (sim, às vezes fazemos isso) porque no sítio onde está há calmarias: quase sempre um céu estrelado e quase sempre nenhum frio. Ficamos ali com um ar meio parvo a olhar para ontem mas saímos de lá com um quentinho no coração inacreditável, é um sítio mesmo mágico! É uma erva pouco exigente para connosco que nos serve sempre um chá supremo! 

 

- Salva - com esta menina nem o sal se mete. Ou melhor, se meter, que se meta pouco, senão é capaz de dar caldeirada. Sim, isso mesmo, em pratinhos com peixe esta menina é raínha. Caldeirada (outra vez), massada, sempre nessa linha. Diz que também vai bem com carnes mas às horas que andamos a chegar a casa ainda não conseguimos experimentar.

 

- Alecrim - é a erva aromática que nos dá menos trabalho porque até podemos esquecer-nos de a regar, confessamos. Apesar de existirem muitas pessoas alérgicas ou intolerantes às batatas (mas só porque nunca provaram das nossas) é nelas que utilizamos este arbusto (sim, é um arbusto!). Custa um bocadinho a colher porque temos de levar artilharia pesada (às vezes uma tesoura de poda) mas no fim (de cada garfada) vale todo e qualquer esforço.

 

- Tomilho - é usá-lo nos estufados, principalmente nos vegetarianos,  aqueles semelhantes aos do médio oriente, que levam tomate, cenoura, cebola, beringela. É muito amigo de atum e de polvo e das carnes em geral. Nós adoramos colhê-lo: está num sítio abrigadinho e virado ao sol e as nossas mãos ficam com um cheirinho fresco incrível. 

 

Então e agoram digam-nos lá! Qual a vossa preferida? Como utilizam cada uma delas? Surpreendam-nos! 

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Nesta semana que se avizinha faremos as entregas nos seguintes locais:

- Marinha Grande (terça-feira);

- Leiria (terça e quinta-feira);

- Lisboa (quinta-feira): na Loa - The Olive World (Calçada do Galvão, número 45A) e em Carnide, por iniciativa da Junta de Freguesia (Rua Táxis Palhinhas, no estacionamento), das 18 às 19 horas;

- Alcobaça, com um ligeiro desvio à Lameira (sexta-feira);

- Caldas da Rainha e São Martinho do Porto, via Alfeizerão (sexta-feira);

- Óbidos (sexta-feira).

 

Chamamos a atenção para o seguinte, em referência aos domicílios:

- em Lisboa os domicílios estão suspensos e as entregas à sexta-feira também. As opções disponíveis são as enunciadas anteriormente;

- na Marinha Grande, em Leiria, São Martinho do Porto, Óbidos e Alcobaça fazemos domicílios mas só entregamos se ficar na nossa rota e/ou em pontos centrais;

- se é um cliente novo e pretender entrega ao domicílio num dos locais enunciados no ponto anterior por favor contacte a nossa equipa via email ou telefone.

 

E agora o que realmente interessa, a composição desta semana:

 

- Cabaz Grande: cebola, cenoura, agrião, alface, abóbora, alho-francẽs, curgete, laranja, maçã (casanova ou jonagoldred), kiwi e salsa;

 

- Cabaz Médio: cebola, agrião, alface, abóbora, alho-francês, maçã (casanova ou jonagoldred), kiwi e salsa.

 

Temos pão, broa, bolas de alfarroba, nozes e três variedade de cogumelos para encomenda extra-cabaz. Para que consigamos entregar estes produtos junto com a sua encomenda sugerimos que efectivem a mesma até às 12 horas do dia que antecede a entrega. 

 

As encomendas de ovos, para que estes cheguem para todos, estão sujeitas a uma dúzia por cada encomenda superior a oito euros.

 

Elegemos como produto da semana a ABÓBORA, cuja plantação neste ano que passou nos deu água pelas barbas! Germinamos as nossas sementes à antiga e as mudas das plantas tiveram imensa dificuldade em adaptar-se ao solo para onde as transferimos. A par com isso, sofreram, logo ao início, uma praga de míldio, que um dos nossos agricultores favoritos tratou de pôr a andar com o cuidado e carinho necessário e exigido.

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Ainda ontem pesamos uma só abóbora com 17 quilos, linda, toda laranjinha, o que significa que, no final, não correu assim tão mal :)

 

Até breve!

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Começamos 2019... a meter o pé na poça... 😅

 

Houve um engano na puclicação original do cabaz para a semana 1 (via newsletter), apesar de a composição disponível no site estar correcta (estavam apenas em falta as ervas aromáticas, situação que também rectificamos, na altura, prontamente).

 

Enviámos segunda newsletter a dar conta da nossa argolada e fizemos os possíveis para fazer chegar essa informação ao maior número de pessoas que nos seguem (e efectivaram encomenda para recolha durante quinta e sexta-feira passadas).

 

Mesmo assim, e porque é mesmo assim, sem tirar nem pôr, como em tudo o resto nesta vida - ai, ai, ai! - não conseguimos que esta informação chegasse a toda a gente, por mais esforços que tenhamos desenvolvido nesse sentido.

 

Assim, e para começarmos bem o ano, ou melhor, recomeçarmos bem, vá!, e porque não houveram entregas em Lisboa (retomam nesta semana que vem, oh yeah!), decidimos que durante a próxima semana, de 5 a 11 de Janeiro, o feijão catarino (que também dá pelo nome de feijão seco) estará disponível para adicionar às vossas encomendas de produtos avulso e/ou extra-cabaz, a um preço bastante atencioso (correspondente à nossa - da Joana, cof, cof - falta de atenção).

 

 

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A única coisa que não podemos fazer por vocês, para além da efectivação da encomenda aqui! é mesmo colocar os ditos feijões de molho e, posteriormente, na panela, pelo menos por enquanto.

 

É que este tempo pede sopa, não pede? Falando nisso, não se esqueçam de dar um saltinho à URBA (União Recreativa do Bárrio, na nossa aldeia natal!) neste sábado, dia 5 de Janeiro, para participarem no 2º Festival da Sopa dos Reis, cuja receita reverterá para a aquisição de material escolar diverso e realização de actividades didácticas por parte dos meninos que frequentam a escola da aldeia. A organização é da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Bárrio - APEEBA. 

 

 

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Até breve!

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Olá!


Esta semana os cabazes começam a dar os primeiros passos em direcção ao Outono. A maçã royal gala dá a sua carinha laroca e a abóbora também.

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Vocês sabem o quanto nós adoramos estas duas, não sabem?

 

Cabaz Grande - batata nova, cebola, cenoura, abóbora, nabiça, alface, pimento (verde ou vermelho), melancia, uva, maçã royal gala e alho seco.

 

Cabaz Médio - cebola, cenoura, abóbora, nabiça, alface, melancia, maçã royal gala e alho seco.

 

Encomendas é por aqui!!


Até breve!

 

 

 

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Olá!

Retomamos esta semana a agenda das entregas:
- Leiria: terças e quintas-feiras;
- Marinha Grande e Batalha: terças-feiras;
- Alcobaça e Caldas da Rainha: sextas-feiras;
- Lisboa: quintas-feiras, mas só a partir da semana que vem porque esta semana temos de adiantar a colheita das batatas!

Os horários são os mesmos, assim como os locais. Excepto em Lisboa. Mas para já ficamos por aqui porque o segredo é a alma do negócio!

Os cabazes desta semana são um regalo:

- as batatas são novas, das vermelhas, óptimas para cozer e para a base das sopas. Com sorte vão ainda com um bocadinho de terra dos nossos campinhos, vão frescas que nem as hortaliças! (não se esqueçam que só devem ser lavadas quando forem descascadas para esses cozinhados supimpas);

- os abrunhos são uma espécie de ameixas: são azulões e ovalados e temos fãs à séria deste fruto na Marinha Grande (os elogios chegaram à base!);

Há ainda melancia e meloa (esta última apenas no cabaz grande) que devem ser consumidas bem fresquinhas para potenciar o sabor. Tanto uma como outra são excelentes não só para mordiscar mas também para fazer deliciosos sumos!

 

 

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E depois há salsa, outra vez, que o nosso canteiro adorou os últimos raios de sol e não há nada como aceitar de braços abertos aquilo que a mãe natureza nos dá!

 

Cabaz grande - batata nova, cebola, cenoura, alface, tomate, curgete, espinafre selvagem, meloa, melancia, abrunho e salsa.

 

Cabaz médio - batata nova, cenoura, alface, tomate, espinafre selvagem, melancia, abrunho e salsa.



Até breve :)

Ah! Nos extras, temos novidades: pêssegos rosa, pêras vitória e uva branca sem graínha (primeiro ano de colheita destas videiras!)

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Olá!

O nosso servidor de envio de email com a composição do cabaz esteve em baixo, o que condicionou (que é como quem diz atrasou) o envio das nossas mensagens do costume. Desculpem!

E, nos entretantos, o senhor dos orégãos ligou-nos. Aflito. Orégãos não haverão mas meloas cá calharão. Pois é, elas voltaram e vão direitinhas para os cabazes desta semana!

 

Cabaz Grande - cebola nova, cenoura, alho-francês, alface, tomate, couve-coração, couve-roxa, meloa, uvas, ameixas e ramo de salsa.

 

Cabaz Médio - cebola nova, cenoura, alface, couve-coração, couve-roxa, meloa, ameixas e ramo de salsa.

Notas:

- Leiria e Marinha só com entrega na quinta-feira.
- a Alcobaça e Caldas da Rainha vamos na sexta.
- a Lisboa voltamos em Setembro.

- o cabaz leva apenas uma meloa de, aproximadamente, 1 kg.

- não se esqueçam de acondicionar as cebolas fora do saco de transporte e em recipiente arejado e afastado de humidade.

 

Até breve :)

 

Link para encomendas? Este aqui!!

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Olá! Como manda a lei - e nós por cá temos pouco de delinquentes - vamos tirar duas semaninhas de férias, para que a nossa equipa possa passar algum tempo de qualidade com a respectiva família.

 

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Voltamos, sem falta, na segunda quinzena de Agosto, com entregas apenas nas quintas e sextas-feiras.

 

As entregas em Lisboa voltam em Setembro! 

 

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Dona Horta

A Dona Horta é um serviço de entrega de produtos frescos, naturais e saudáveis. Preparamos todas as semanas cabazes de fruta e hortaliças da época e entregamos em locais e horários pré-definidos. Este método único reduz significativamente a pegada ecológica associada à distribuição e promove uma maior aproximação entre consumidores e produtores nacionais. Mas mais importante, a Dona Horta ajuda a melhorar a dieta e bem estar da sua família. Tudo o que precisa de fazer é saborear o melhor da nossa terra, pois nós tratamos do resto! Visite-nos em www.donahorta.pt



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